Sérgio Coimbra / Divulgação

Restaurantes

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Armazém do Alemão
Alemã | Crítica: Regular

Restaurante alemão que tem no cardápio sugestões variadas, grelhados e
pratos executivos. Entre as receitas que se destacam, há joelho de porco cozido com chucrute e carré de suíno frito com repolho-roxo.

R. Bacaetava, 343 - Vila Gertrudes - Sul. Telefone: 5041-8799

Bar do Alemão
Alemã | Crítica: Regular

A casa nasceu em Itu e hoje espalha filiais por São Paulo. O menu sugere receitas típicas da Alemanha, caso do eisbein (joelho de porco) com purê de ervilhas, chucrute e linguiça. O carro-chefe, porém, não vem daquele país: o filé à parmigiana, bem servido, serve até cinco pessoas.

Bar do Alemão (Vila Uberabinha): Av. Juriti, 651 - Vila Uberabinha - Sul. Telefone: 5052-8333

Bierquelle
Alemã | Crítica: Regular

Com ambientação típica e despojada, o restaurante do alemão Bierquelle -que significa fonte de cerveja- traz receitas germânicas, a exemplo do paprikaschnitzel, que leva carne de boi ou de porco ao molho de páprica e vem acompanhado de massa spätzle. De sobremesa, experimente o strudel de maçã, feito com a fruta e massa folhada.

Av. Prof. Papini, 169 - Cidade Dutra - Sul. Telefone: 5666-3416

Caverna Bugre
Alemã | Crítica: Regular

O restaurante serve há 60 anos um menu em que constam especialidades alemãs e pratos de outras cozinhas. O carro-chefe é o filé alpino (R$ 38,80), gratinado e coberto com copa, Catupiry, provolone e molho inglês, servido com arroz branco.

R. Teodoro Sampaio, 334 - Pinheiros - Oeste. Telefone: 3085-6984

Instalado dentro do Clube Transatlântico, o restaurante é especializado na culinária alemã. O cardápio oferece variedade de salsichas e o tradicional joelho de porco com chucrute, mas vai além disso. Há também receitas como o "späetzle", tipo de nhoque alemão de batatas, incrementado com queijo de cabra e tomates frescos.

R. José Guerra, 130 - Chácara Santo Antônio - Sul. Telefone: 2133-8600

Jucalemão
Alemã

Oferece sugestões de origem alemã servidas em porções generosas -caso do joelho de porco com chucrute e batata cozida

Jucalemão (r. Ministro Luiz Gallotti, 134): R. Min. Luiz Gallotti, 134 - Vila Cordeiro - Sul. Telefone: 5561-6520

Konstanz
Alemã | Crítica: Regular

Misto de choperia e restaurante alemão, a casa possui estilo alpino. Entre as sugestões, camarões grelhados com arroz ao alho. Para beber, o cliente pode escolher um dos rótulos de cervejas alemãs importadas, entre elas, a Warsteiner

Av. Aratãs, 713 - Indianópolis - Sul. Telefone: 5543-4813

Lukullus
Alemã

A casa, rústica e acolhedora, é especializada na culinária alemã, preservando a tradição. Possui panificadora própria.

R. Alexandre Dumas, 1.541 - Chácara Santo Antônio - Sul. Telefone: 5181-1692

Von Kessel
Alemã | Crítica: Regular

Apesar da forte vocação para choperia, a cozinha alemã é o principal chamariz deste restaurante. Entre as especialidades, estão o Eisbein com chucrute, o páprica schinitzel, duas opções de salsichão (branco ou vermelho) com salada de batatas e o Kassler. De sobremesa, o clássico Apfelstrudel com chantilly ou sorvete.

Av. Rebouças, 3.970, 3º piso - Pinheiros - Oeste. Telefone: 3813-8459

Windhuk
Alemã | Crítica: Regular

O restaurante alemão foi fundado em 1948 por um ex-tripulante do navio de guerra Windhuk. Em uma casa de estilo alpino, serve receitas clássicas daquele país sob o comando de Valfrido Krieger . Entre as opções estão especialidades como o kassler (carré suíno cozido com batata cozida e chucrute), e o "paprikaschnitzel" (que pode ser feito com filé-mignon).

Al. dos Arapanés, 1.400 - Indianópolis - Sul. Telefone: 5044-2040

Abu-Zuz
Árabe | Crítica: Regular

Localizado numa rua comercial do Brás, o espaço serve cozinha árabe de ares caseiros com presteza e simplicidade, incluindo pratos menos conhecidos. Disponível às quartas e aos sábados, o uzi de cordeiro é uma massa folhada recheada de arroz e cordeiro desfiado, com coalhada fresca à parte.

R. Miller, 622 - Brás - Leste. Telefone: 3315-9694

Al Basha
Árabe | Crítica: Regular

Em um lugar pequeno e modesto, tem as panelas comandadas pela li­banesa Marina Matar Haddad. Oferece sanduíches enrolados em pão sírio (como o shawarma de contrafilé), petiscos típicos e pratos como o carneiro servido com coalhada fresca e pão torrado. A tripa recheada de cordeiro e arroz marroquino é vendida sob encomenda.

Al Basha (Itaim Bibi): Av. Dr. Cardoso de Melo, 1.302 - Vila Olímpia - Oeste. Telefone: 2533-7014

Almanara
Árabe | Crítica: Regular

Bastião da cozinha árabe, fica num imponente prédio do centro da cidade. O forte dessa casa é o rodízio, em que entram quibe cru e frito, esfirras variadas, espetinhos, charutinhos, entre outras receitas. Ao lado, funciona um delivery, para quem quiser levar para casa.

Almanara (Shopping Villa-Lobos): Av. das Nações Unidas, 4.777 - Jardim Universidade Pinheiros - Oeste. Telefone: 3021-8484

Arabesco
Árabe

Serve receitas sírio-libanesas da avó do proprietário Beto Isaac. Faz sucesso ali o falafel -bolinhos de grão-de-bico com molho e salada. No andar superior, um pequeno playground distrai as crianças

Arabesco (Perdizes): R. Dr. Homem de Melo, 494 - Perdizes - Oeste. Telefone: 3872-8164

Arabia
Árabe | Crítica: Bom

Em um ambiente refinado, com cadeiras de vime e faixas de tecido decorando o teto, o restaurante apresenta cardápio libanês legítimo, com pratos preparados pela chef Leila Kuczynski. Dentre as especialidades, está o fatayer de carne (uma esfirra feita na chapa) com batata ralada e cebola. Servido apenas aos sábados, o cuscuz marroquino chega à mesa com carneiro, linguiça e legumes.

Arábia (Shopping Iguatemi São Paulo): Av. Brig. Faria Lima, 2.232, piso térreo - Jardim Paulistano - Oeste. Telefone: 3815-0852

Arabíe
Árabe | Crítica: Regular

Instalado numa região movimentada do Itaim Bibi, o restaurante é uma opção de almoço comercial -mas a casa fica aberta ao longo do dia. Ali são encontrados clássicos das casas do gênero, como coalhada seca, homus, baba ghanoush e esfirras de carne, ricota e verdura. Há também opções de pratos do dia, como as minicaftas com berinjela e arroz com lentilha, servido às segundas.

R. Dr. Renato Paes de Barros, 103 - Itaim Bibi - Oeste. Telefone: 2506-1966

Baalbeck
Árabe | Crítica: Regular

Discreta, a casa tem balcão de rotisseria na entrada e, mais ao fundo, mesas onde são servidos pratos árabes a bons preços. Às quintas, entra em cartaz o chich barak (cappelletti cozidos na coalhada) e, aos sábados, o miluquie (verdura libanesa com carne, frango e arroz).

Al. Lorena, 1.330 - Jardim Paulista - Oeste. Telefone: 3088-4820

Baruk
Árabe | Crítica: Bom

A casa investe em pratos da cozinha árabe em sistema de rodízio ou à la carte. O menu lista pratos triviais, como esfirras e quibe frito, e também opções mais elaboradas, como o michui de filé-mignon, com homus e cuscuz marroquino, e o picadinho de berinjela, com creme branco e amêndoas.

Baruk (Itaim Bibi): R. Bandeira Paulista, 399 - Itaim Bibi - Oeste. Telefone: 3895-9990

Brasserie Victória
Árabe | Crítica: Regular

Apesar do nome francês, é uma casa árabe tradicional, com ambiente mais arrumadinho. No balcão, há salgados, como as esfirras convencionais ou folhadas. No menu, há opções à la carte, como arroz com carneiro. A maior procura é pelo rodízio, que inclui um famoso quibe cru.

Av. Pres. Juscelino Kubitschek, 545 - Vila Nova Conceição - Sul. Telefone: 3040-8897

Casa Garabed
Árabe | Crítica: Bom

No início, o local era uma padaria que vendia pães armênios e esfirras. Mais de 60 anos depois, opera agora como restaurante, mas as protagonistas continuam sendo as esfirras, feitas no mesmo forno a lenha de 1951. Serve ainda outras especialidades, como o basturmã (carne-seca em fatias bem finas) com ovos mexidos e pão sírio. Tome nota do endereço, pois a casa não tem placa na porta.

R. José Margarido, 216 - Santana - Norte. Telefone: 2976-2750

Damasco
Árabe

No combinado (prato principal, pasta ou salada e acompanhamento) desse restaurante árabe, há opções como abobrinha recheada ao molho de tomate, charuto de repolho, frango ou carne "michui" e kibe cru ou assado. O cardápio ainda tem beirutes de rosbife, cafta e light —mozarela, tomate e alface.

Damascó: R. Alfredo Pujol, 1.788 - Santana - Norte. Telefone: 2238-7356

Effendi
Árabe

Vale a pena se embrenhar em meio às lojas para noivas da região da rua São Caetano, no centro de São Paulo, e provar a levíssima massa das esfihas da casa. Fundada por Armando Deyrmendjian, de ascendência armênia, a esfiharia serve os salgados desde 1973 e tem jeitão de boteco. Também há itens como quibe cru, homus e basturmã (espécie de carne-seca, geralmente servida com ovo)

R. D. Antônio de Melo, 77 - Luz - Centro. Telefone: 3228-0295

Farabbud
Árabe | Crítica: Bom

A tradição das famílias Farah e Abbud, ambas de descendência árabe, dão corpo à cozinha do restaurante. Num salão diminuto, com mesas coladas e um deque na entrada, serve a quadra de ases, uma degustação com especialidades: quibe cru, trigo frique, baba ghanoush, homus e coalhada.

Al. dos Anapurus, 1.253 - Indianópolis - Sul. Telefone: 5054-1648

Jacob
Árabe

O restaurante surgiu na região da rua 25 de Março, fundado por uma família libanesa. Com proposta despretensio­sa, serve esfirras que fizeram a fa­ma da casa. Os salgados dividem espaço com outras sugestões, caso da lin­guiça síria, feita de carne bovina e um toque de vinho, e do charuto de folha de uva.

Jacob (Centro): R. Com. Abdo Schahin, 144, fundos - Centro - Centro. Telefone: 3227-5536

Kibe Kibe & Cia
Árabe | Crítica: Regular

Lugar informal, com decoração rústica e mesas de madeira, serve uma deliciosa esfirra assada na hora. Há ainda alguns pratos mais elaborados como o chich barak (massa recheada cozida na coalhada). No almoço, oferece um bufê típico e rodízio (este disponível também no jantar).

Kibe Kibe & Cia (Campo Belo): R. Vieira de Morais, 289 - Campo Belo - Sul. Telefone: 5093-6443

Mama Leila
Árabe | Crítica: Regular

Funciona em sistema de bufê cobrado por quilo ou com preço fixo (para comer à vontade). Traz pra­tos como quibe cru e mussacá. Em ambientação simples, que atrai um público do bairro, a ca­sa também oferece opções à la carte e alternativas vegetarianas.

R. João Moura, 1.167 - Pinheiros - Oeste. Telefone: 3064-3823

Manish
Árabe | Crítica: Bom

O restaurante tem decoração mais requintada –a fachada é um charmoso painel de muxarabi (espécie de cobogó). Há opções de inspiração libanesa como o beirute de cafta (com tomate e mozarela) e a esfirra aberta de carne com coalhada. Entre os pratos, destaque para o chich barack (cappelletti de vitela na coalhada com pinoli e hortelã).

Av. Horácio Lafer, 491 - Itaim Bibi - Oeste. Telefone: 4301-5928

Miski
Árabe | Crítica: Bom

A casa sírio-libanesa foi aberta como rotisseria em 1987 e hoje também atua como restaurante. De quarta e sábado, serve bufê de "melohie", um cozido de verduras, com acompanhamentos como quibe assado e músculo bovino. Entre as opções à la carte, o "chich barak" (cappelletti) tem molho de coalhada e hortelã.

Al. Joaquim Eugênio de Lima, 1.690 - Jardim Paulista - Oeste. Telefone: 3884-3193

Monte Líbano
Árabe | Crítica: Regular

Na região da 25 de Março, o pequeno restaurante está instalado no primeiro andar de um prédio comercial desde 1973, e ainda guarda a aura daquela época. Tocada pela libanesa Alice Maatouk, serve receitas tradicionais feitas com delicadeza, a exemplo do quibe michui recheado com gordura de carneiro, carne com pinoli ou coalhada seca. Para experimentar a maioria dos pratos, opte pelo rodízio, que tem itens como o saboroso tabule e o arroz com lentilhas.

R. Cav. Basílio Jafet, 38, 1º andar - Centro - Centro. Telefone: 3326-3544

Rosima
Árabe | Crítica: Regular

O clássico reduto paulistano foi aberto em 1971 na rua Pamplona. Serve bons quitutes e pratos árabes em um salão simples, pequeno e bem iluminado. Não saia sem provar a cremosa esfirra fechada de ricota (R$ 4,50), temperada com cebola e cebolinha. A massa fininha e macia recebe também outros recheios, como carne (R$ 3,40 aberta; R$ 4,20 fechada) e verdura (R$ 4,50). Um achado é a esfirra de massa folhada aberta de carne (R$ 5,50). Repousam na estufa kibes fritos sequinhos (R$ 5 o tradicional, R$ 6 de peixe) e coxinhas gordinhas (R$ 5,10).

Rosima - Rosima (Pamplona, 1.738): R. Pamplona, 1.738 - Jardim Paulista - Oeste. Telefone: 3887-3165

Sainte Marie
Árabe

Depois de morar na Líbia e na Itália, Stephan Kawijian veio ao Brasil para jogar futebol, mas acabou partindo para a cozinha. Em sua casa, não podem faltar esfirras -a de carne, temperada com um toque de canela, divide a atenção com a de cordeiro com raspas de limão. Entre os pratos principais, a moussaka de cordeiro, com a carne entremeada a fatias de berinjela e coberta por queijo é destaque da casa.

R. D. João Batista Costa, 70 - Jardim Taboão - Sul. Telefone: 3501-7552

Saj
Árabe | Crítica: Regular

Da chapa saj, trazida do Líbano, saem pães quentinhos, caso do pão-folha, para acompanhar pastas como baba ghanoush e mhammara (feita de pimentão). Não saia sem pedir de sobremesa o Chocolamour -com sorvete, chantilly, calda e farofa doce.

Saj (Vila Madalena): R. Girassol, 523 - Vila Madalena - Oeste. Telefone: 3032-5939

O casal de refugiados sírios Talal Al-tinawi e Ghazal Baranbo promoveu uma bem-sucedida campanha de financiamento coletivo para abrir este restaurante, inaugurado em abril. Entre as receitas tradicionais, servidas durante todo o dia, há sete versões de esfirra: carne, zátar, queijo branco e mozarela com tomate. Além dos salgados, o cardápio apresenta porções de tabule, homus e coalhada. O réchaud montado no salão alinha receitas árabes e brasileiras, sempre entre 12h e 16h (R$ 39 o quilo).

R. das Margaridas, 59 - Jardim das Acácias - Oeste. Telefone: 3360-2595

Tenda do Nilo
Árabe | Crítica: Bom

Comandada por duas irmãs, esta minúscula casa no bairro do Paraíso chama a atenção pela hospitalidade e pela boa comida. Além de clássicos da cozinha árabe, como o quibe e o faláfel, pratos menos difundidos por aqui marcam presença no menu. Vale provar o fatte, um pão árabe torrado e coberto por carne desfiada, grão-de-bico e coalhada fresca com castanha-de-caju e alho frito. Aos sábados, as filas de espera são quase inevitáveis.

R. Cel. Oscar Porto, 638 - Paraíso - Sul. Telefone: 3885-0460

Miso
Asiática

Opera em sistema de bufê de pratos japoneses, coreanos, tailandeses e de outros países orientais. Opções como udon e lamen (tipos de macarrão) são feitas na hora e levadas à mesa.

R. Pedroso Alvarenga, 554 - Itaim Bibi - Oeste. Telefone: 3167-3605

P.F. Chang's
Asiática | Crítica: Regular

A rede norte-americana, que tem cerca de 250 unidades espalhadas por 15 países, é especializada em comida asiática. O menu é bem explicado e lista receitas inspiradas em diversas regiões da Ásia, como as lâminas de carne caramelizadas em molho à base de shoyu, alho e cebolinha, típicas da Mongólia. A ideia, comum na tradição chinesa, é compartilhar os pratos. De entrada, faz sucesso uma combinação de frango, cogumelos e cebolinha. É o próprio cliente quem coloca o recheio em folhas de alface, montando um tipo de wrap.

Av. Pres. Juscelino Kubitschek, 627 - Vila Nova Conceição - Oeste. Telefone: 3044-0571

Tantra
Asiática | Crítica: Regular

O sistema da casa é o Mongolian Grill: com uma cumbuca em mãos, escolha ingredientes (ainda crus) em uma bancada. Tem contrafilé, frango, javali, frutos do mar, legumes e macarrão. Tempere-os com um dos molhos, incremente o prato com especiarias e peça para o cozinheiro finalizar sua combinação na chapa.

Tantra (Vila Gomes Cardim): R. Itapura, 721 - Vila Gomes Cardim - Leste. Telefone: 2157-2891

Tian
Asiática | Crítica: Bom

A cozinha do restaurante tem inspiração asiática, com destaque especial às receitas do sudeste asiático e do extremo Oriente. O cardápio tem bom custo-benefício. Entre as opções do menu-executivo, o picadinho oriental leva filé-mignon, pimentões, castanha-de-caju, cenoura e molho de ostras -o pedido inclui entrada e sobremesa.

R. Manuel Guedes, 499 - Jardim Europa - Oeste. Telefone: 2389-9399

Tiger
Asiática | Crítica: Regular

Com decoração charmosa e varanda de madeira, este restaurante asiático traz no cardápio pratos do Japão, China e Tailândia, como o gái pád med mamuang (filé de frango frito com cebola, cogumelos, castanha-de-caju e molho de ostras)

R. Jacques Félix, 694 - Vila Nova Conceição - Sul. Telefone: 3045-2200

Tomyam
Asiática

Instalada na região do Jardins, a casa investe na culinária do sudeste asiático, com ênfase na cozinha tailandesa. Marca do restaurante, os pratos, como o pad thai e a sopa que leva o nome da casa, são apimentados e oferecidos em diferentes graus de picância -a escala vai de zero (sem o condimento) a quatro (extremamente picante).

R. José Maria Lisboa, 1.065 - Jardim Paulista - Oeste. Telefone: 4329-1002

À Mineira
Brasileira | Crítica: Regular

A rede funciona em sistema de bufê, com receitas como feijão-tropeiro, frango com quiabo e rabada com agrião. Destaque para o rodízio de petiscos realizado de segunda a sábado na happy hour, com chope em dobro.

Al. Joaquim Eugênio de Lima, 697 - Jardim Paulista - Oeste. Telefone: 3283-2349

Acarajé da Inês
Brasileira | Crítica: Regular

Depois de servir acarajés na rua, a baiana Dona Inês encontrou um imóvel simples na Vila Medeiros onde oferece os bolinhos de cobertura crocante e recheio cremoso (R$ 13 a unidade). Além da especialidade, oferece bons pratos com peixes e frutos do mar.

O Acarajé (Santana): R. Ezequiel Freire, 265 - Santana - Norte. Telefone: 2950-2800

Amazônia
Brasileira | Crítica: Bom

A culinária paraense tradicional rege a casa do chef Paulo Leite, natural de Belém do Pará. Em ambiente simples e acolhedor, são servidas receitas como a sopa de caranguejo, que pode abrir alas para o filé de pirarucu com arroz de jambu ou o pato no tucupi. Nos fins de semana e feriados, a casa serve bufê com oito pratos dessa região. Sorvete de tapioca, bacuri ou castanha-do-pará finalizam a refeição.

R. Rui Barbosa, 206 - Bela Vista - Centro. Telefone: 3142-9264

Andrade
Brasileira | Crítica: Regular

Tradicional em Pinheiros, trabalha com a culinária nordestina. Tem ambiente simples e música ao vivo, com animado forró improvisado entre as mesas. Entre as receitas mais pedidas estão a carne-seca desfiada com abóbora e mandioca, a carne-de-sol com baião-de-dois e a moqueca de badejo com molho de camarão, pirão e arroz. Os pratos são suficientes para servir duas pessoas. Aos domingos, o couvert não é cobrado

R. Arthur de Azevedo, 874 - Pinheiros - Oeste. Telefone: 3064-8644

Arimbá
Brasileira | Crítica: Regular

Num salão rústico, a chef Angelita Gonzaga (ex-Garimpos do Interior) oferece receitas típicas das culinárias caipira, tropeira e campeira. A porção de matula de galinha (bolinhos de farinha de milho e frango desfiado) abrem o apetite para pratos como o rojão, um espeto de carne suína e especiarias assado na lenha, servido com molho de maracujá e farofa. Aos sábados, prove a feijoada branca, feita com feijão-andu.

R. Min. Ferreira Alves, 464B - Perdizes - Oeste. Telefone: 3477-7063

Badaró
Brasileira | Crítica: Regular

Pratos como virado à paulista e bife a cavalo dão o tom da cozinha deste restaurante, que investe na culinária tradicional de São Paulo. O local trabalha com sistema à la carte, mas às quartas-feiras e aos sábado oferece um caprichado bufê de feijoada. Outra sugestão é a picanha no alho, com arroz, batatas, palmito e brócolis.

Badaró (Morumbi Shopping): Av. Roque Petroni Jr., 1.089, piso Lazer - Jardim das Acácias - Sul. Telefone: 5181-8076

Bananeira
Brasileira | Crítica: Bom

O teto de piaçava e o jardim de bananeiras dão ar praiano ao restaurante, que investe em pratos da cozinha brasileira com viés contemporâneo. Do sertão, há pratos como o Borogodó, que traz carne-seca desfiada na manteiga de garrafa com baião de dois. Na ala dos peixes, brilha o lombo de pirarucu ao tucupi e tangerina. Também tem vez a frigideira de camarões com pupunha e tomate.

R. Mal. Hastinfilo de Moura, 417 - Vila Suzana - Sul. Telefone: 3542-4630

Beco do Mocotó
Brasileira

Com opções como pirão e lagosta a casa é especializado em pratos nordestinos e traz 53 opções de receitas da região. O destaque da casa é o mocotó Três em Um (R$ 135), que leva camarão, lagosta, filé de badejo, arroz, pirão, salada, mandioca, batatas fritas e banana da terra. Serve até quatro pessoas. Já a opção mais barata é a 100 Miséria, que custa R$ 5,99 e reúne arroz, feijão, ovo e calabresa.

R. Cembira, 1.325 - Vila Curuçá - Leste. Telefone: 2035-3032

Bentoo Restaurante
Brasileira

A casa oferece um cardápio composto por comidinhas tipicamente caseiras. O carro-chefe é o escondidinho, disponível em diversos sabores, como o tradicional de carne-seca.

R. Dep. Lacerda Franco, 115 - Pinheiros - Oeste. Telefone: 3816-0816

Bolinha
Brasileira | Crítica: Regular

Aberto em 1946 por Affonso Paulillo, o Bolinha, o restaurante é, desde então, referência quando o assunto é feijoada. O prato é servido em cumbucas nas versões tradicional ou magra, com arroz, couve, mandioca, banana milanesa, linguiça frita, torresminho e bisteca. Também oferece outros opções, como moqueca e dobradinha.

Av. Cidade Jardim, 53 - Itaim Bibi - Oeste. Telefone: 3061-2010

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